Um câncer raro, e que provavelmente tenha sido o primeiro caso de câncer de mama masculino registrado em Colorado, aconteceu a cerca de uns 5 anos atrás. Pensando sempre em orientar e informar sobre diversos assuntos, o Colorado em Foco trás essa matéria com intuito de informar a comunidade sobre um assunto bem desconhecido , após informações coletadas com a Doutora Claudieli e a Secretaria Municipal de Saúde, para ressaltar que essa condição, embora rara, existe e merece nossa atenção. Muitas vezes, o estigma e a falta de informação levam à desinformação, fazendo com que homens subestimem os sinais e sintomas relacionados a essa doença.
Como funciona:
– Frequência: Homens representam cerca de 1% de todos os casos de câncer de mama. No Brasil, isso resulta em aproximadamente 200 novos casos por ano, um número que pode parecer pequeno, mas que deve ser levado a sério.
– Por que acontece: Apesar de terem menor quantidade de tecido mamário, os homens também são suscetíveis ao câncer de mama. O tipo mais comum diagnosticado neles é o carcinoma ductal.
– Fatores de risco: Alguns fatores aumentam a probabilidade de um homem desenvolver câncer de mama, incluindo:
– Idade acima de 60 anos
– Histórico familiar da doença
– Mutações genéticas como BRCA1/BRCA2
– Exposição ao estrogênio
– Doença hepática
– Obesidade
– Síndrome de Klinefelter
– Sinais de alerta: É crucial estar atento a qualquer mudança no corpo. Os sintomas podem incluir:
– Nódulo ou caroço na mama, geralmente indolor
– Retração do mamilo
– Secreção ou vermelhidão na pele da região do peito
– Feridas que não cicatrizam
O que fazer se notar algo diferente
Se você perceber qualquer alteração na região do peito, é fundamental procurar um médico, preferencialmente um mastologista ou clínico geral. O diagnóstico precoce é essencial e pode aumentar significativamente as chances de um tratamento bem-sucedido.
Infelizmente, por ser um assunto pouco falado, muitos homens só descobrem a doença em estágios avançados. Portanto, é vital que todos fiquem atentos a qualquer mudança e busquem ajuda médica ao menor sinal de preocupação. A informação é a melhor forma de prevenção e cuidado. Vamos romper os tabus e cuidar da nossa saúde.
Matéria: Jones Scheit
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