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Coluna Esportiva: Dupla GRENAL- Nº 107

DESTAQUES

INTERNACIONAL

Colunista: Daniel Potrich Barzotto

Boa sequência.

Apesar do Time do Inter não encantar, respiramos no Campeonato Brasileiro nas últimas rodadas. Depois do GreNal perdemos apenas para o Mirassol.

E essa derrota foi doída para os colorados. Jogo no domingo às 11h. Clima quente e favorável. Beira Rio com mais de 30 mil pessoas, mas o time surpreendeu jogando muito mal, chegando a levar 2 a 0. No final da partida Alan Patrick diminuiu, e o time não pontuou.

Na sequência empatamos fora de casa contra o Botafogo e vencemos no Beira Rio o Fluminense, deixando o Inter com 17 pontos na décima segunda colocação. Porém o primeiro time do Z4 tem apenas dois pontos a menos. Se a vitória contra o Coritiba fora de casa tivesse vindo ontem, hoje estaríamos mais  longe da zona de rebaixamento.

Na próxima terça enfrentaremos no Beira Rio o Athetic pelo jogo de volta na Copa do Brasil. Como no primeiro confronto o Internacional venceu por 2 a 1, um empate será suficiente para passar de fase.

O técnico Pezzolalo tem realizado mudanças no time. Há um tempo adiantou o Bernabei e o tornou peça chave nas vitórias coloradas. Já contabiliza 5 gols e melhorou o sistema ofensivo, com passes, dribles e principalmente velocidade. Seu chute forte deu uma nova arma ao ataque: o chute de fora da área.

Outra mudança do Pezzolano foi a retirada do até então capitão e 10 colorado. Alan Patrick não está fazendo uma boa temporada e o técnico vem deixando ele no banco de reservas. O camisa 10 não vem conseguindo fazer jogos como no ano passado, onde até era cogitado a ser convocado para a seleção brasileira.

E em uma das piores partidas do Inter no ano, vencemos o Brasil de Pelotas e conquistamos a Recopa Gaúcha. A falta de qualidade e entrosamento era notada pelo time alternativo e misto que o técnico escalou. Deu oportunidades a outros jogadores e descansou os titulares. Mas só superamos o Brasil, pela pouca qualidade do adversário.

 

GRÊMIO

Colunista: Fernando Luiz Signori

O Grêmio antes da Copa

A temporada que antecede a parada para a Copa do Mundo não tem agradado a nós Gremistas e coloca cada vez mais dúvidas do que será após a Copa do Mundo, ou seja, no Campeonato Brasileiro está sofrido obter vitórias, e as que ocorrem são “magras” e dentro de casa. Fora da Arena ficamos 104 dias sem vencer, o que dá a dimensão das dificuldades enfrentadas dentro de campo.

Diante de resultados desastrosos, partidas horríveis, o que se vê nas últimas partidas é que o setor defensivo não leva gol e não há derrotas, seja na Copa Sulamericana e no Brasileirão, o que certamente é um ponto positivo, além disso é a afirmação do Gabriel Mec e do lateral Pedro Gabriel, que se juntam a Viery, jovens formados na base. Porém, já começa a especulação de que clubes europeus estão de olho, claro que ajudará na saúde financeira com a venda de alguns deles,  só que infelizmente talvez não veremos eles brilharem na Arena.

Quanto aos demais jogadores, alguns de renome, não estão conseguindo jogar o que se esperava, outros como Tetê é pura decepção, já Artur é uma incógnita se continuará após o término do contrato e na lateral direita sequer temos um lateral da base e segue Pavón para decepção da torcida. Em se tratando de Pavón, há boatos que o mesmo está sendo disputado por grandes clubes da Argentina e poderá deixar o Grêmio.

Enquanto a parada para a Copa do Mundo não acontecer, esperamos pontuar o máximo possível para melhorar na classificação do Brasileirão, haja vista que teremos confrontos como o próximo contra o Flamengo que será difícil e contra o Corinthians.  Na Sulamericana e Copa do Brasil teremos que vencer e facilmente porque são equipes pequenas e que é inadmissível sofrer ou levar pressão de times como os que vêm enfrentando.

A desconfiança e cobrança da Comissão Técnica é cabível, pois até agora Luis Castro não provou nada por que veio. Não tem um esquema de jogo definido, nem sabemos qual é o time titular, e as ideias e escalações põem o trabalho do português em dúvida e o crédito que a direção deu a ele.  Por ora avaliamos que o elenco é precário e ruim, por ora, entendemos que o treinador é culpado, não conseguindo dar cara ao time, como nos velhos tempos.

Concluo a presente coluna com a certeza de que levaremos anos para voltar a brilhar a nível nacional e internacional, não temos a mínima condição de brigar de igual para igual com times como Palmeiras e Flamengo, pois quando surgir algum grande jogador, será vendido e a história se repete a cada temporada.  Lembro também que assisti à série do Ronaldinho, e nela recordamos o gênio que este foi, “cria” do Olímpico e que hoje é odiado e “persona non grata” pelo que ele e seu irmão representaram ao Grêmio. Que pena, pois quem o viu pessoalmente jogar como eu vi, ou pela TV, tem quase a certeza que jamais teremos um craque como ele no Brasil e principalmente no Grêmio.

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